Hoje entrei numa tasca e perguntei se tinham sopa. Respondeu-me o senhor: Não, sopa não. Mas, temos croissants com chocolate.
Gosto de pessoas despachadas...
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"Surrealism is the magical surprise upon finding a lion in the closet where one wanted to get a shirt" - Frida Kahlo
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Tuesday, November 25
Wednesday, November 19
Ryan Adams - Don't even know her name (Amsterdam - Concerto music store)
Just because this reminded me...
* Dedicated to Barnabé Santiago, tide up with a smile...
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Monday, September 1
Last August tea...
Desde que exigi um pratinho debaixo do meu copo de galão e derramei quase metade sobre a mesa, pela simples razão de poder azucrinar a cabeça a alguém com o meu mau humor matinal… os empregados daquele café tem tentado servir-me da melhor maneira possível, ridicularizando-me. Tudo bem… é justo. Mas servirem-me um simples chá de menta num bule da avozinha em porcelana com flores, camafeu e tampa amarela… é um pouco de mais, não acham?! Too bloody british if I might say…
p.s. peço desculpa ao meu amigo, mesmo assim com bule piroso permaneceu na mesa... thanks.
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p.s. peço desculpa ao meu amigo, mesmo assim com bule piroso permaneceu na mesa... thanks.
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Friday, July 25
Habitos
Acabo de fazer a pé cerca de três Km. Devia ter perdido, no mínimo, 2 kilos. Contribui assim para a dieta… que não estou a fazer. Atravessei a cidade de uma ponta a outra, por capricho. Sim, mania. Faço isto com uma certa regularidade, quase inconscientemente. Porquê? Simples… gosto do café de um sitio e tenho a cisma que o pão de outra padaria, que só fica do lado oposto da cidade, é o melhor.
Para completar a saga, como se não bastasse estar a destilar, abri a caixa de correio e tenho não uma mas, duas cartas para pessoas…que não moram comigo. Como é que eu explico aos CTT que definitivamente não me chamo Felismina da Silva, Humberto Gonçalves…nem tampouco Alzira da Conceição Marques. Outro acto habitual: despejar conteúdo da bolsa no chão, encontrar esferográfica…não tenho…ah! Um lápis de pintar verde, serve. Escrevo, DESCONHECIDO nos envelopes e coloco-os em cima da caixa para que todos vejam menos o carteiro. Volto a colocar tudo de volta no saco e subo as escadas até ao segundo andar. Fui inteligente hoje, deixei as chaves na mão…
Sinto-me agora preparada para mergulhar no trabalho intensamente até às 21h00, quando farei uma pausa para desfalecer.
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Para completar a saga, como se não bastasse estar a destilar, abri a caixa de correio e tenho não uma mas, duas cartas para pessoas…que não moram comigo. Como é que eu explico aos CTT que definitivamente não me chamo Felismina da Silva, Humberto Gonçalves…nem tampouco Alzira da Conceição Marques. Outro acto habitual: despejar conteúdo da bolsa no chão, encontrar esferográfica…não tenho…ah! Um lápis de pintar verde, serve. Escrevo, DESCONHECIDO nos envelopes e coloco-os em cima da caixa para que todos vejam menos o carteiro. Volto a colocar tudo de volta no saco e subo as escadas até ao segundo andar. Fui inteligente hoje, deixei as chaves na mão…
Sinto-me agora preparada para mergulhar no trabalho intensamente até às 21h00, quando farei uma pausa para desfalecer.
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Monday, July 21
two square meters
As pessoas que me conhecem, sabem. Sabem, se existe um maluco ou bêbado desaparecido... podem me colocar no raio de 50 metros circuncidante do local onde acham que estará, porque irá ter comigo. As autoridades da zona até já têm o meu contacto, no caso disso acontecer. A sério!Não sei se haverá alguma explicação na área da física para este fenómeno. Na área da psicologia, deve de haver. Ainda não me meti a pesquisar...mas, só pode haver.
Passei o domingo com a minha irmã, que durante o nosso trajecto decidiu parar num supermercado para comprar já não sei o quê. Eu, achei a ideia boa, porque não tinha nada no frigorífico...do género de coisas que não fazem falta nenhuma, como: leite, pão... e claro, um pacote de batatas fritas. Agarrei num daqueles cestos comuns com rodas, que não dão jeito nenhum porque são fundos como o raio* e fui colocando as coisas lá dentro. Qual o meu espanto, quando olhei para dentro do meu cesto e não tinha lá nada... Tinha um tipo atrás do cesto que de anormal só tinha mesmo as calças puxadas para cima até ao queixo. Pensei " ...hum?"
Escolhi novamente uns iogurtes e coloquei-os dentro do cesto, assim devagar e... apanhei-o. Apanhei o tipo a tirar-me os iogurtes do cesto!
- Então não trouxeste nada??!
- Afinal, lembrei-me que tenho lá um resto de leite. Deixa, compro amanhã...
(*quem inventou aquilo, afinal?)
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Passei o domingo com a minha irmã, que durante o nosso trajecto decidiu parar num supermercado para comprar já não sei o quê. Eu, achei a ideia boa, porque não tinha nada no frigorífico...do género de coisas que não fazem falta nenhuma, como: leite, pão... e claro, um pacote de batatas fritas. Agarrei num daqueles cestos comuns com rodas, que não dão jeito nenhum porque são fundos como o raio* e fui colocando as coisas lá dentro. Qual o meu espanto, quando olhei para dentro do meu cesto e não tinha lá nada... Tinha um tipo atrás do cesto que de anormal só tinha mesmo as calças puxadas para cima até ao queixo. Pensei " ...hum?"
Escolhi novamente uns iogurtes e coloquei-os dentro do cesto, assim devagar e... apanhei-o. Apanhei o tipo a tirar-me os iogurtes do cesto!
- Então não trouxeste nada??!
- Afinal, lembrei-me que tenho lá um resto de leite. Deixa, compro amanhã...
(*quem inventou aquilo, afinal?)
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Monday, July 14
Plastilina
Não, não quis escrever "plasticina". Quis mesmo escrever "plastilina". Directamente da loja dos chineses... sim porque a vida custa a todos, trouxe comigo não uma embalagem de plasticina, mas sim de plastilina branca para fazer o protótipo da minha peça nova. Gosto tanto de ser diferente!
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