Ultimamente tenho notado que o meu lado agressivo tem se manifestado de maneiras que eu jamais esperaria. Mas, fica tudo aqui na mente, claro. Não esperavam que me manifestasse sem preconceitos e por acaso matasse realmente alguém… assim, como quem não quer a coisa.
Noto sintomas desde que conheci o melhor amigo da minha melhor amiga. (confuso não?)
Ah! porque tu tens de conhece-lo, porque isto, porque pinta, porque aquilo, porque vais adorá-lo, porque é artista, porque vocês tem tanto em comum, vais ver. E os dois são os meus melhores amigos bla bla bla…Em fim, coisas e porque’s de gaja que jamais vou entender.
Chegou o derradeiro momento e lá conheci o tal amigo…Sujeito simpático, porreiro, etc. De modo que até gostei do …na primeira hora do nosso ‘aquaintance’.
Tudo mudou a partir do momento que o tipo me chamou, sem mais nem menos “bebé”.
A minha sobrancelha subiu e,juro, imaginei-o pendurado de cabeça para baixo, por uma perna, como fazem nos talhos aos porcos.
- Se não te importas, não me chames bebé, é que não gosto nada, ok?
- Ah? a sério? Mas porquê?? És minha amiga e chamo-te bebé porque és tão fofinha…
E aperta-me a bochecha??
Pensei: alguém avise esta criatura que não sou amiga dele…estilo, vou ali vomitar e já venho... se me chamas novamente ‘bebé’, vou esmurrar-te…
Acontece que, cada vez que o vejo tenho 1000 divagações* acerca de como tirar a vida a um homem em menos de 30 minutos. Digo-vos mais, dou comigo a fazer anotações meticulosas de pormenores mórbidos. Tal qual serial killer…
Serei uma pessoa perigosa?
Vou mandar a questão para a revista Maria... e com alguma sorte também descubro que afinal, ainda sou virgem.
sigh...(* não etílicas...)-